quinta-feira, 9 de junho de 2011

BOMBEIROS DO MEU LINDO CEARÁ - HOMENAGEM SINGELA.

BOMBEIROS DO MEU LINDO CEARÁ - HOMENAGEM SINGELA.

Corpo de Bombeiro Militar do Estado do Ceará, uma instituição na qual sou extremamente apaixonado e que tenho grande amor, meu sonho foi desde pequeno fazer parte desta família, mas Papai do Céu me colocou em outro lugar mas bem pertinho no meu grande AMOR os Bombeiros, homens e mulheres que chego ate ter um pouco de inveja mas inveja santa e isso mesmo, fico muito feliz de ver suas ações, em salvar vidas, lutar pelo próximo se abdicar por alguém que ele ou ela (bombeiro) não conhece, e sei que essa família faz tudo isso por um Dom que veio do Senhor Deus Todo Poderoso, que ate brinco em dizer e chamar Deus como Bombeiro ...


O amor que sinto pelos Bombeiros do meu lindo estado como do meu amado Brasil, só tem duas pessoas que sabem mensurar esse amor e essas são Eu e Deus.

Aos Bombeiros Militares do Ceará, bem sei que não sou nada e ninguém mas essa e uma pequena ação que posso fazer para lhes homenagear ...

Obrigado ...

Com Amor e Adoração;

Alex Almeida.



"BOMBEIRO"


Altas horas da madrugada
A sirene faz-se ouvir
Ela grita alarmada
Para o bombeiro acudir


Para o quartel se apressa
Sem saber o seu destino
De momento, nada lhe interessa
O fogo é o seu caminho
Chegado ao incêndio
O reconhecimento ele faz
Mandando avançar
Os meios que acha eficaz

Sozinho no denso arvoredo
Por entre o fumo e as chamas
Ele sente medo de não voltar
Para junto daqueles que ama



O fogo com a sua astúcia
Vai cercando o bombeiro
Que dentro de uma angústia
Quer fugir daquele braseiro

Sentindo a morte a aproximar
Ele pensa na sua família
Que jamais poderá amar
A partir daquele dia

Assim morreu o bombeiro
Na sua abnegação
Valente e altaneiro

Soube cumprir a sua missão
Desse homem valente
Apenas ficou a recordação
Mas só sua família sente

Grande mágoa no coração
Tu és bombeiro altaneiro
Homem de fé e valor
Não o és por dinheiro
Mas apenas por amor



Rui Martins (escrito a 26 de agosto de 1986)



Por entre Línguas de Fogo



Enfrenta o violento crepitar da labareda,
Liberta-se do fumo sufocante,
Agarra com determinação a agulheta,
Esquece-se de si em cada instante.

Revela-se inconsciente e irresponsável,
Tem família e dela se esqueceu,
Defende um bem que não lhe pertence,
Procura a vida e ninguém o entendeu.

O infortúnio chega sempre antes dele,
É confrontado com a incompreensão,
O egoísmo é rastilho incandescente,
E nem por isso ele sente a solidão.

Exausto, cai por terra,
O fotógrafo registou o cansaço,
O jornal disse que virou as costas à luta,
Mas a sua vontade é de aço.

Ele não quer notoriedade,
Ele rejeita protagonismo,
Ele quer combater para salvar,
Porque sabe dizer ALTROISMO.

O seu rosto ficou negro como carvão,
O suor escavou sulcos no seu rosto inteiro,
Esconde as lágrimas de alguma desilusão,
Porque é HOMEM e também é BOMBEIRO.



Lobo Amaral

(Dez. 2006)

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