segunda-feira, 4 de julho de 2011

Novo modelo de botijão a ser comercializado no Brasil. PARTE 2 - CTAS.

Novo tipo de BOTIJÃO – MODELO EUROPEU.


Banco de Imagens do Centro de Treinamento Anti-Sinistro - CTAS

O Centro de Treinamento Anti-Sinistro - CTAS, em pesquisa coloca em seu Blog mais uma informação referente ao novo modelo de Botijão que sera usado no Brasil, pesquisa realizada em revista, e na net.  

A Liquigás apresentou no 22.º Fórum Mundial de Gás LP, no Rio de Janeiro, um novo conceito de botijões de gás, com design moderno em comparação com os tradicionais botijões de aço. Sucesso nos mercados europeu, americano e asiático, o vasilhame chega ao Brasil nas versões de 5 e 10 kg e já está em processo de certificação no Inmetro. O novo botijão possui um invólucro de aço interno, reforçado com fibra twintex (fibra de vidro com termoplástico), e externamente é revestido com uma cobertura rígida que completa o acabamento.
Ricos e pobres terão botijão diferenciado

Modelo de propileno e outro mais barato serão ofertados por subsidiária

Da Redação - 9/10/2009 - 01:06

ARQUIVO HOJE EM DIA
botijao
A população de menor renda po comprar botijões nas versões de 5 e 10 quilos
A população de menor renda vai ter a opção de comprar botijões de gás nas versões de 5 e 10 quilos a um preço bem inferior ao que é pago pelo de 13 quilos, que custa atualmente entre R$ 35 e R$ 40. A empresa Liquigás, subsidiaria da Petrobras para o setor de distribuição de gás de cozinha (GLP), vai comercializar, a partir do início do próximo ano, os novos botijões que ainda não têm os preços definidos, mas para a troca pelos botijões convencionais em fase de teste, o de 5 kg deverá custar entre R$ 15 e R$ 18.

Para o presidente do Sindicato das Distribuidoras de Gás (Sindigás), Sérgio Bandeira de Mello, o novo vasilhame atende a uma exigência da população, principalmente de baixa renda, que muitas vezes não tem dinheiro para comprar o botijão de 13 kg.

“É uma necessidade que atende a uma demanda da sociedade que quer volumes diferenciados para o gás comercializado, facilitando o ticket médio. Muitas vezes a pessoa chega para comprar o gás e não tem os R$ 40 para pagar pelo botijão. Isto é um fato que agente tem que encarar”, disse.
Já para o presidente da Liquigás, Antônio Rubens Silva Silvino, o novo produto dará à subsidiária “uma maior diversidade em seu portfólio de embalagens e melhor opção ao consumidor”.

“É uma excelente opção para quem tem baixo consumo de gás, como pessoas que moram sozinhas e famílias pequenas e para aqueles que têm espaço reduzido em casa. Além disto, vai facilitar especialmente a vida da dona de casa que tem menos recurso e podem pagar menos”, acrescentou.

De olho no mercado elitizado

Em outro iniciativa, os sujos, feios e pesados botijões de gás de cozinha feitos em aço, sempre atrelados ao consumo das classes de baixa renda, vão ganhar nova roupagem de olho num mercado mais elitizado. A Liquigás começa a testar no início de 2010 pelo menos mil unidades do novo botijão feito em polipropileno, na cor cinza, com o logotipo nas cores verde e amarelo.

“Queremos que o consumidor não sinta vergonha de ter aquele instrumento desengonçado no meio de sua cozinha, mas que ele passe até a fazer parte da decoração”, disse o gerente de Marketing da Liquigás, Robson Tuma, ontem, durante evento em que o novo botijão foi apresentado ao setor.
O presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, esteve no lançamento e fez questão de ele próprio levantar uma unidade (vazia) com apenas uma mão para apresentá-la à imprensa.

Depois da obtenção das licenças ambientais e de segurança, o novo botijão, nos tamanhos de cinco e dez quilos, esperam apenas a provação do Inmetro para começarem a ser comercializados.

A opção de reduzir o volume total, segundo o gerente, veio atrelada ao design ergodinâmico do novo botijão, trazer maior facilidade de carregamento tanto para consumidores quanto para entregadores. O peso final foi reduzido de 28 para menos de dez quilos, no caso do menor modelo.

Os testes serão feitos no Rio Grande do Sul, Estado que, segundo dados da Liquigás, teve a melhor aceitação dos botijões de dois quilos lançados recentemente pela empresa, vice-líder do mercado.

“A ideia é testar estes botijões num período de seis meses. Se a aceitação for boa podemos ainda dentro deste período estender a experiência para demais estados”, disse o presidente da companhia, Rubens Silvino.

Segundo ele, num primeiro momento os botijões serão oferecidos gratuitamente em troca dos antigos e o custo mais elevado da embalagem não será repassado. Ele não quis informar qual o custo para manutenção destas novas unidades, mas afirmou que a escala deverá zerar esta diferença conforme houver a substituição. Atualmente, existem no país cerca de 100 milhões de botijões circulando, com vida útil de até 30 anos.

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